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Os artigos veiculados neste blog podem ser utilizados pelos interessados, desde que citada a fonte: GÖLLER, Lisete. [inclua o título da postagem], in Memorial do Tempo (http://memorialdotempo.blogspot.com.br/), nos termos da Lei n.º 9.610/98.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Família Schmitz (Johann Peter) - Sacerdotes & Religiosos













Cônego Albino Schmitz Juchem (*10/05/1892 Arroio do Meio RS/+30/04/1965 Venâncio Aires RS)


O Cônego Albino Juchem era filho de Carlos Juchem e Barbara Schmitz, neto de Nicolau Schmitz e Anna Maria Schmitz e bisneto de Johann Peter Schmitz e Elisabetha Dapper. Seus avós e bisavós foram imigrantes vindos de Sosberg, Renânia-Palatinado, Alemanha, que chegaram ao Brasil em 1854.

Ele e seu irmão gêmeo, o Cônego Reinaldo Juchem, têm a nos revelar uma surpreendente história, que vem desde a data de seus nascimentos. Em 10/05/1892, os pais Carlos Juchem e Barbara Schmitz tiveram gêmeos que, devido ao perigo de vida, foram batizados por Eva Deves Loch com água de socorro. Levados no dia seguinte ao oratório de La Vendelino, na paróquia de Lajeado, para suprimento das cerimônias do batismo, estes receberam os nomes de Albino e Reinaldo. Vinte e quatro anos mais tarde, no dia 25/04/1916, os gêmeos receberam juntos a ordenação sacerdotal e, mais tarde, foram nomeados cônegos.

O Cônego Albino foi pároco quase toda a sua vida sacerdotal em Venâncio Aires. Foi nomeado Padre Coadjutor no dia 20/01/1917, depois vigário da Paróquia em 20/01/1919, tendo abençoado o lançamento da pedra fundamental da nova igreja na data de 14/01/1929. A sua liderança foi fundamental para a construção da nova Igreja Matriz de São Sebastião Mártir, cujo projeto foi elaborado pelo arquiteto Simão Gramlich. Esta foi considerada a maior igreja em estilo neogótico da América Latina. Além do aspecto religioso, na condução da Paróquia de São Sebastião Mártir, o Cônego Albino contribuiu enormemente para o desenvolvimento do município, através de sua colaboração na fundação e desenvolvimento de entidades como o Hospital São Sebastião Mártir, o Colégio Bom Jesus Nossa Senhora Aparecida, a Escola Estadual Cônego Albino Juchem, a maior escola do município, o Centro Promocional João XXIII e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais.


A Igreja Matriz de São Sebastião Mártir – Foto: Evandro in Blog Retratos do Meu Jardim


No dia 27/04/2015, recebeu homenagens póstumas em Sessão Solene, por parte da Câmara de Vereadores de Venâncio Aires. Neste mesmo ano, ocorreram diversas atividades que ressaltaram a vida e a obra do Cônego Albino Juchem, trabalho este que realizou durante 50 anos, sempre em prol da comunidade do município. Por sua vez, Venâncio Aires já havia retribuído a sua grandeza e generosidade, dando-lhe há muitos anos o título de cidadão venâncio-airense, através da Lei nº 548, de 29/04/1965.

O Cônego Albino Juchem passou seus últimos anos em companhia do irmão gêmeo, Cônego Reinaldo Juchem, em Venâncio Aires, até seu falecimento em 30/04/1965.

Junto à fachada da belíssima Igreja Matriz de São Sebastião Mártir, além do busto do sacerdote, inaugurado em 30 de abril de 1970, encontram-se duas placas em granito que homenageiam o sacerdote. Uma delas apresenta os seguintes dizeres: ‘Ao pioneiro da civilização Venancioairense Cônego ALBINO JUCHEM quedam-se respeitosos teus paroquianos plasmando na pedra sua homenagem de carinho e gratidão. V. Aires 30-04-70’ (2).


Placas que homenageiam o Cônego Albino Juchem diante da Igreja Matriz de São Sebastião Mártir – Foto: Evandro in Blog Retratos do Meu Jardim

(1) Fonte: Blog da Família Juchem.
(2) Fonte: Blog Retratos do Meu Jardim - Autor: Evandro Santos











Cônego Reinaldo Schmitz Juchem (*10/05/1892 Arroio do Meio RS/+Venâncio Aires RS)


O Cônego Reinaldo Juchem, sacerdote diocesano, irmão gêmeo do Cônego Albino Juchem, nascido em 10/05/1892, na Forqueta, em Arroio do Meio RS, foi ordenado padre em 25/04/1916. Exerceu o ministério na Igreja do Bom Fim (Porto Alegre), em 27/01/1917, depois em Bom Jardim (Ivoti), na data de 31/12/1917, em Montenegro, em 03/05/1919, após em Canoas, em 26/02/1920 e, finalmente, em Estrela, onde recebeu o título honorífico de Cônego. Foi o nono pároco de Santo Antônio de Estrela, de 31/12/1937 a 06/01/1957, sendo esta a gestão mais longa conhecida. 

O sacerdote exerceu um importante papel no desenvolvimento das comunidades onde atuou.  A antiga Igreja de São Luiz Gonzaga de Canoas, inaugurada em 21/06/1898, estava em péssimas condições de conservação, tendo as duas torres sido condenadas a serem demolidas sob o risco de ruir. No ano de 1924, o vigário Padre Reinaldo Juchem, com a colaboração das senhoras canoenses e porto-alegrenses, decidiram pela construção de um novo templo. Foi adquirido o terreno na Praça da Bandeira e começada a construção da igreja, através de recursos angariados com muita dificuldade, apoiados pela comunidade. Na Páscoa de 1931, foi realizada a primeira missa, mesmo sem ter sido concluída. A finalização foi possível com o correr dos anos, tendi sido reformada em 1978.

A partir da ideia que partilhava com o Padre Jerônimo Braun, capelão do Hospital de Estrela, de que era importante a formação de professores e lideranças rurais através de uma Escola Normal Rural, objetivando fixar o homem no campo e impedir o êxodo rural, a mesma foi viabilizada em 1955, através da contribuição destes sacerdotes e dos integrantes de uma comissão formada por lideranças estrelenses, sendo inaugurada em 15/03/1959 pela Arquidiocese de Porto Alegre a Escola Normal Rural Estrela da Manhã, mantida pela Mitra Arquidiocesana, em convênio com o governo estadual.


Escola Normal Rural Estrela da Manhã – Foto: Memorial da Aepan - ONG

Numa homenagem da Câmara de Vereadores da cidade de Estrela, o Cônego Reinaldo Juchen – tornou-se nome de rua, situada no Bairro da Auxiliadora, de acordo com a Lei nº 1.627, de 28/12/1979.

Segundo uma informação na Internet, O Cônego Reinaldo passou seus últimos anos em companhia do irmão gêmeo Albino em Venâncio Aires, onde faleceram, porém ainda não foi encontrado o seu registro de óbito.


Fonte: Estrela Ontem e Hoje - Autor: José Alfredo Schierholt - 2002




quarta-feira, 12 de julho de 2017

Família Kossmann - Álbum de Família - Christine Kossmann Schmaedecke


IMIGRANTE CHRISTINE KOSSMANN E ESPOSO ERNST SCHMAEDECKE

RAMO GUILHERME SCHMAEDECKE E ESPOSA ANNA BOKORNY


Dr. Reynaldo Schmaedecke, filho de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, neto de Christine Kossmann e Ernst Schmaedecke, formado em Medicina em 29/12/1914 em Porto Alegre RS. Foto: Acervo de Paulo Cesar Schmaedecke


Maria Eugênia Pochmann Schuck, esposa de Reynaldo Schmaedecke, com os netos (da esq. p/dir.): Paulo Cesar Schmaedecke, Lays Tirelli, Volney Tirelly e Solange Schmaedecke – Cerro Branco RS – 1954 - Foto: Acervo de Paulo Cesar Schmaedecke


Leopoldina Schmaedecke, filha de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, neta de Christine Kossmann e Ernst Schmaedecke, com o esposo Friedrich Wilhelm Rauber e três de seus cinco filhos - Puerto Rico, Misiones, Argentina - 1928. Foto: Acervo de Guido Rauber


Ludwina Rauber, filha de Leopoldina Schmaedecke e Friedrich Wilhelm Rauber, neta de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, com o esposo Bruno Brod. Foto: Acervo de Guido Rauber


José Alexius Rauber, filho de Leopoldina Schmaedecke e Friedrich Wilhelm Rauber, neto de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, com a esposa Ella Herzog e seus quatro filhos - Puerto Rico, Misiones, Argentina - 1946. Foto: Acervo de Guido Rauber


Guido Rauber, filho de José Alexius Rauber e Ella Herzog, neto de Friedrich Wilhelm Rauber e Leopolidna Schamedecke, bisneto de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, com a esposa Mabel Gladys Guida e as netas Oriana Melina e a pequena Layra Liz - Puerto Rico, Misiones, Argentina - 2015. Foto: Acervo de Guido Rauber


Reunião dos descendentes de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny, filho de Ernst Schmaedecke e Christine Kossmann (da esq. para a dir.): Solange Schmaedecke (bisneta, filha de Clécio), Dr. Clécio (neto, filho de Reynaldo Schmaedecke), José Alexius (neto, filho de Leopoldina Schmaedecke), a esposa deste, Ella Herzog, ao lado sua nora e, após, Dulce (esposa de Clécio) e Juvelina (neta, filha de Henrique Schmaedecke). Sentados: Jorge Alberto, Paulo Cesar e Antônio Alexandre, filhos de Clécio e bisnetos de Guilherme Schmaedecke. Ausente na foto, participante da reunião: Dr Armando Ruschel (neto, filho de Paulina Schmaedecke) - Venâncio Aires RS – Outubro/1964 - Foto: Acervo de Paulo Cesar Schmaedecke

Família Kossmann - 1ª Comunhão (Eucaristia) - Ramo Christine Kossmann


RAMO CHRISTINE KOSSMANN E ESPOSO ERNST SCHMAEDECKE

SUB-RAMO GUILHERME SCHMAEDECKE E ESPOSA ANNA BOKORNY


1ª Comunhão dos irmãos Lays Tirelli e Volney Tirelli, filhos de Clélia Schmaedecke e Guerino Eduardo Tirelli, netos de Rheinold Schmaedecke e Maria Eugênia Pochmann Schuck, bisnetos de Guilherme Schmaedecke e Anna Bokorny e trinetos dos imigrantes Christine Kossmann e Ernst Schmaedecke – Venâncio Aires RS - Foto: Acervo de Paulo Cesar Schmaedecke

Família Göller - Festa dos 170 Anos da Imigração - 1847 - 2017




Neste ano de 2017, comemoramos os 170 Anos da chegada da Família Göller ao Brasil!

Movidos pela fé e determinação, buscando construir um futuro melhor para as suas vidas, a viúva Susanna Lunkenheimer Göller e os filhos Elisabetha, Anna Clara, Maria Anna e Johann deixaram para trás a localidade de Dörrebach, no estado alemão da Renânia-Palatinado, partindo em direção ao porto de Hamburgo, de onde embarcaram para o Brasil no brigue-escuna Antonia, na data de 04/05/1847, iniciando assim a longa e perigosa travessia através do Oceano Atlântico.

Depois de uma viagem com duração de pouco mais de dois meses, em 12/07/1847, o navio atracou no porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Pouco tempo depois, em 16/07/1847, a família Göller seguiu viagem para Porto Alegre na barca a vapor Porto-Alegrense e, posteriormente, embarcou num outro vapor até São Leopoldo, destino este alcançado na data de 18/07/1847. Mas a viagem não havia terminado. Depois de um tempo no aguardo de serem conduzidos até o seu lote colonial, os imigrantes Göller percorreram este árduo caminho até o local de destino, para que pudessem finalmente se estabelecer na localidade de Picada Holanda, na antiga colônia de Picada Café. 


AS COMEMORAÇÕES DENTRO DO IV ENCONTRO DAS FAMÍLIAS GÖLLER E FÜHR

As comemorações dos 170 Anos foram realizadas dentro do tradicional encontro anual das Famílias Göller e Führ. A Família Führ representa o lado materno de um dos ramos de Jacob Göller, filho do imigrante Johann Göller. A grande Festa foi realizada no Salão de Festas do Clube Recreativo Guarani, na cidade de Augusto Pestana no RS, na data de 05/03/2017. Fizeram parte da Comissão Central os casais Alceu e Cleci, Chico e Dirce, Dari e Cátia, Júnior e Monique, além de um representante de cada ramo familiar. 




A programação começou às 9 h e 30 min da manhã, com o registro dos participantes, distribuição de fichas e venda de camisetas e objetos relativos ao presente encontro, além de DVDs do encontro anterior.




Seguiu-se o almoço de confraternização, com churrasco, seus acompanhamentos e sobremesas, regados a bebidas bem geladas.






À tarde, teve início a Solenidade de Abertura do Encontro, passando-se aos debates e considerações sobre o próximo encontro em 2018, com a distribuição de questionários aos grupos familiares. Em seguida, no momento artístico, houve a participação de membros das duas famílias.




Após, ocorreu o Ato Ecumênico, apresentando por um grupo de familiares, o qual foi conduzido por Tania Göller, cuja mensagem aos presentes baseou-se na palavra de origem hebraica Shalom, que tem o significado literal de Paz, como forma de saudação, traduzido por votos de paz, saúde, harmonia à pessoa que é cumprimentada. Cada letra da palavra apresentada pelo grupo levou à primeira letra de uma palavra relacionada ao tema da família.




Na sequencia, formou-se uma grande corrente de amor e paz entre os participantes, ocasião em que todos cantaram e dançaram ao som da música Grandioso És Tu Senhor!




O primo Dari Göller fez a minha apresentação no Encontro, ocasião em que tive a oportunidade de fazer um breve relato sobre a vinda da Família Göller ao Brasil. 




Em seguida, teve início a contagiante dança Polonese, que incentivou a participação da maioria dos presentes.




Finda a polonese, com a pausa para o aperitivo, com picadinho de carne, pão e cuca, começou o baile, até o final da festa...




Algumas fotos dos presentes ao IV Encontro das Famílias Göller e Führ.






Link para a postagem sobre a viagem de navio da Família Göller:

Fotos oficiais do IV Encontro das Famílias Göller e Führ e de Lisete Göller


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Família Göller - 1ª Comunhão (Eucaristia) - Ramo Johann Göller


SUB-RAMO JACOB GÖLLER E ESPOSA ELISABETHA KEHL


1ª Comunhão de Alfredo Göller, aos 12 anos de idade, filho Felippe Leopoldo Göller e Augusta Paulina Ludwig, neto de Jacob Göller e Elisabetha Kehl e bisneto do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Augusto Pestana RS – 1933 – Foto: Acervo de Dari Göller


sábado, 24 de junho de 2017

Família Schuster - Lápides - Ramo Franz Anton Schuster


IMIGRANTE FRANZ ANTON SCHUSTER E ESPOSA BARBARA SAUSEN

SUB-RAMO HUBERT SCHUSTER E ELISABETHA KLAFKE


Mausoléu no Cemitério Católico de São João da Serra, Santa Cruz do Sul RS – Foto: Irony Schlosser


Hubert Schuster, filho de Franz Anton Schuster e Elisabetha Sausen, e esposa Elisabetha Klafke, filha de Ludwig Klafke e Appolonia Schulz – Placas póstumas fixadas no Mausoléu no Cemitério Católico de São João da Serra, Santa Cruz do Sul RS – Foto: Irony Schlosser


Pedro José Schuster, filho de Hubert Schuster e Elisabetha Klafke, e esposa Anna Stertz - Placas póstumas fixadas no Mausoléu no Cemitério Católico de São João da Serra, Santa Cruz do Sul RS – Foto: Irony Schlosser


Família Schuster - Lápides - Ramo Franz Anton Schuster


IMIGRANTE FRANZ ANTON SCHUSTER E ESPOSA BARBARA SAUSEN

SUB-RAMO JOÃO SCHUSTER E ELISABETHA RITTER


Lápide de Augusto Klafke, esposo de Catharina Barbara Schuster, filha de João Schuster e Elisabetha Ritter – Cemitério de Rincão del Rey, Rio Pardo RS – Foto: Irony Schlosser


Lápide de José Antonio Klafke, filho de Catharina Barbara Schuster e Augusto Klafke, neto de João Schuster e Elisabetha Ritter, bisneto de Franz Anton e Barbara Sausen – Cemitério de Rincão del Rey, Rio Pardo RS – Foto: Irony Schlosser


Lápide de Luiza Schuster, filha de João Schuster e Elisabetha Ritter e neta de Franz Anton e Barbara Sausen – Cemitério Católico de São João da Serra, Santa Cruz do Sul RS – Foto: Irony Schlosser


Lápide de João Kipper Sobrinho, esposo de Luiza Schuster - Cemitério Católico de São João da Serra, Santa Cruz do Sul RS – Foto: Irony Schlosser


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Família Göller - 1ª Comunhão (Eucaristia) - Ramo Johann Göller


SUB-RAMO JOSÉ GÖLLER E ESPOSA ELISABETHA STRASSER


Lembrança da 1ª Comunhão de José (Joseph) Göller - Vigário Pe. Franz Trappe - Ivoti (ex-Bom Jardim) RS - 23/04/1876 - Foto: Acervo de Lisete Göller

1ª Comunhão de Augusta Göller, filha de José Göller e Elisabetha Strasser e neta do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz. Lembrança da Comunhão, com dedicatória no verso ao irmão Jacob Göller Sobrinho e à cunhada Idalina Schmitz Göller: “Lieber Bruder und Schwägerin, Andenke von eure Liebender Auguste” – Foto de estúdio, estilo cartão postal, provavelmente realizada em Montenegro RS - Por volta de 1918 – Foto: Acervo de Vânia Marli Goeller

1ª Comunhão de Egon Göller e Maria Gerda Göller, filhos de Jacob Göller Sobrinho e Idalina Schmitz, netos de José Göller e Elisabetha Strasser e bisnetos do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Pareci Novo RS, 18/02/1935 – Foto: Acervo de Lisete Göller

1ª Comunhão de Vânia Marli Goeller, filha de Flávio Albino Göller e Gescy Jesus, neta de Jacob Göller Sobrinho e Idalina Schmitz, bisneta de José Göller e Elisabetha Strasser e trineta do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Porto Alegre RS, 10/10/1952 – Foto: Acervo de Lisete Göller

1ª Comunhão de Roque Göller, filho de Egon Göller e Philomena Giuseppe Göller, neto de Jacob Göller Sobrinho e Idalina Schmitz, bisneto de José Göller e Elisabetha Strasser e trineto do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Porto Alegre RS, 26/10/1958 – Foto: Acervo de Lisete Göller

1ª Comunhão de Roberto Wagner, filho de Maria Gerda Göller Wagner e Arlindo Wagner, neto de Jacob Göller Sobrinho e Idalina Schmitz, bisneto de José Göller e Elisabetha Strasser e trineto do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Porto Alegre RS, 18/10/1959 – Foto: Acervo de Lisete Göller

1ª Comunhão de Lisete Göller, filha de Egon Göller e Philomena Giuseppe Göller, neta de Jacob Göller Sobrinho e Idalina Schmitz, bisneta de José Göller e Elisabetha Strasser e trineta do imigrante Johann Göller e de Margaretha Schmitz – Porto Alegre RS, 20/10/1963 – Foto: Acervo de Lisete Göller


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Família Kossmann - Lápides - Ramo Catharina Kossmann Stein


IMIGRANTE CATHARINA KOSSMANN E ESPOSO WILHELM STEIN

SUB-RAMO PEDRO STEIN E ANNA VERONICA SCHMITZ


Na frente, ao centro, o túmulo de Pedro Stein, filho dos imigrantes Wilhelm (Guilherme) Stein e Catharina Kossmann, e da esposa Anna Veronica Schmitz, filha de Pedro Albino Schmitz e Maria Schuster. À esquerda, o túmulo do filho do casal, Miguel Stein (sem inscrição), no Cemitério Municipal de Pareci Novo RS - Foto: Acervo de Regis Stein


Detalhe das lápides de Pedro Stein (*22/09/1876 Picada Cará, Feliz RS/+08/09/1954 Pareci Novo RS) e Anna Veronica Stein (*14/04/1877 Bom Princípio RS/+27/10/1969 Esteio RS), no Cemitério Municipal de Pareci Novo RS - Foto: Acervo de Regis Stein


Família Kossmann - Obituários - Ramo Catharina Kossmann Stein


IMIGRANTE CATHARINA KOSSMANN E ESPOSO WILHELM STEIN

SUB-RAMO JOHANNES STEIN E BARBARA VOGEL


Obituário de Johannes (João) Stein (*31/12/1855 Picada Cará, Feliz RS/+17/11/1928 Linha Dom Giogo – Gauereck, São José do Sul RS), filho dos imigrantes Wilhelm (Guilherme) Stein e Catharina Kossmann. Obs.: no registro de óbito constou o dia de falecimento como sendo o de 18 de novembro

NOTA DE FALECIMENTO E AGRADECIMENTO

Consternados, participamos aos nossos parentes, amigos e conhecidos, a triste noticia de que, Deus, na sua infinita Sabedoria, resolveu, no domingo dia 17 de novembro, de manhã a 0 hora e 30 minutos, o nosso adorado:  Esposo, Pai, Sogro, Avô e Bisavô,

JOHANNES STEIN

levar para um lugar Especial, na idade de 72 anos, 10 meses e 18 dias, após longo sofrimento, confortado pelo recebimento dos Santos Sacramentos. O querido falecido nasceu no ano de 1855 no Tabakstal (Vale do Tabaco). No ano de 1880 nos casamos e tivemos 13 filhos dos quais 8 já faleceram, 19 netos e 3 bisnetos (1 já falecido). Em vista disso, agradeço de coração a todos os parentes e conhecidos. Um obrigado de coração ao reverendo Pe. Simon, vigário de Harmonia pelas constantes visitas e pomposo sepultamento. Ao professor e cantores pelos cânticos, aos coveiros, aos vizinhos Jakob Führ e Alfred Schonz e finalmente a todos os que nos confortaram nestes tristes dias e nos auxiliaram e acompanharam o falecido para a sua última morada e enfeitaram o seu túmulo com flores. Sua Alma foi encomendada no Memento Sacerdotal no Altar e nas orações dos que crêem.

Gauereck, em outubro (sic) de 1928.

Em nome dos enlutados

A enlutada viúva:

BARBARA STEIN, nascida VOGEL.

Fonte: Regis Stein


Obituário de Barbara Vogel Stein (*1862 Vale Real RS/+04/05/1940 Linha Dom Giogo – Gauereck, São José do Sul RS), filha de João Vogel e da Sra. Dums, esposa de Johannes Stein

NOTA DE FALECIMENTO E AGRADECIMENTO

Profundamente consternados, notificamos a todos os parentes e conhecidos, a triste noticia de que Deus, Senhor da Vida e da Morte, a nossa querida Mãe, Avó e Bisavó,

BARBARA STEIN, NASCIDA VOGEL

no dia 4 de maio, a levou para o paraíso. A falecida nasceu no ano de 1862 no Vale Real, município de São Leopoldo, como filha de JOÃO VOGEL e Sra. DUMS e falece, em idade avançada, na casa de seu genro ALOYSIO BENDER, que a tratou cuidadosa e gentilmente. Ainda que, nestes últimos instantes, ela não pode receber os Santos Sacramentos dos Enfermos, auguramos que o Bom Deus lhe dê a graça merecida. Ela viveu sua viuvez e maternidade como verdadeira cristã e aproveitava todas as oportunidades para receber os Santos Sacramentos, que ainda recebera faz um mês. Seu esposo, nosso querido pai, faleceu antes dela faz 11 anos. Na sua Sepultura choram 4 filhos, 27 netos (5 já falecidos), e 18 bisnetos. Agradecemos de todo coração ao Reverendo Pe. Oscar Mallmann de Harmonia, pelas bênçãos e pomposo funeral, palavras de conforto e encomendação da sua Alma. Agradecemos também ao Dr. Schlatter pela dedicação prestada em vida. Agradecimento especial para o Sr. A. Brand e seus cantores pelos belos cânticos na hora do sepultamento, a todos os vizinhos que nestas horas tristes nos confortaram e a velaram. Agradecemos aos coveiros e a todos os que acompanharam a querida mãe no seu sepultamento e ornaram sua sepultura com flores e coroas enfeitadas.

Linha Dom Diogo, Montenegro, em maio de 1940.

Os enlutados

ALOISIO BENDER e esposa Rosa Stein e filhos

Fonte: Regis Stein