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Os artigos veiculados neste blog podem ser utilizados pelos interessados, desde que citada a fonte: GÖLLER, Lisete. [inclua o título da postagem], in Memorial do Tempo (https://memorialdotempo.blogspot.com), nos termos da Lei n.º 9.610/98.

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Família Abarno - Lápides - Nicola Abarno - Ramo Alfonsina Abarno Giuseppe


NICOLA ABARNO E MARIA DO CARMO MACHADO (2ª ESPOSA)

RAMO ALFONSINA ABARNO CASADA COM ROCCO DI GIUSEPPE


Lápide do túmulo de Alfonsina Abarno (*01/01/1891 Alegrete RS/+13/12/1953 Porto Alegre RS), filha de Nicola Abarno e Maria do Carmo Benites Machado, onde também se encontram a filha Philomena Abarno Giuseppe (*16/11/1925 Alegrete RS/+10/02/1996 Porto Alegre RS), o genro Egon Göller (*13/08/1921 Pareci Novo RS/+12/08/1993 Porto Alegre RS) e a filha de criação Eulália Rodrigues (*12/10/1905 Alegrete RS/+26/07/1954 Porto Alegre RS) – Cemitério São Miguel e Almas de Porto Alegre RS – Foto: Lisete Göller

Jazigo de Nicola Abarno onde se encontram sepultados o filho Francisco Abarno, a nora Carmen Juliani Giuseppe, a neta Alfonsina Juliani Giuseppe e o genro Rocco Di Giuseppe – 2021 Alegrete RS – Foto: Lisete Göller


Lápide de Rocco Di Giuseppe (*23/03/1876 Anzi, Potenza, Itália/+31/08/1949 Alegrete RS), esposo de Alfonsina Abarno Giuseppe – Alegrete RS – Foto: Lisete Göller


Lápide de Francisco Abarno Giuseppe (*23/05/1906 Alegrete RS/+07/09/1977 Alegrete RS), filho de Alfonsina Abarno e Rocco Di Giuseppe – Alegrete RS – Foto: Lisete Göller


Lápides de Carmen Juliani Giuseppe (*16/05/1904 Alegrete RS/+07/10/1964 Alegrete RS), esposa de Francisco Abarno Giuseppe, e de Alfonsina Juliani Giuseppe (*22/01/1936 Alegrete RS/+01/10/2009 Alegrete RS), filha do casal – Alegrete RS – Foto: Lisete Göller


Lápide do túmulo de Walter Juliani Giuseppe (*22/06/1929 Alegrete RS/+30/01/2002 Alegrete RS), filho de Francisco Abarno Giuseppe e Carmen Juliani Giuseppe, e da esposa Terezinha Marques Giuseppe (*20/03/1929 Alegrete RS/+15/05/2010 Alegrete RS) – Alegrete RS – Foto: Lisete Göller


Lápide do túmulo de Eneida Göller (*30/12/1949 Carazinho RS/+30/12/1949 Carazinho RS), filha de Philomena Giuseppe Göller e Egon Göller, neta de Alfonsina Abarno Giuseppe e Rocco Di Giuseppe – Carazinho RS – Acervo de Lisete Göller


Lápide do túmulo de Roque Göller (*22/12/1950 Ijuí RS/+18/01/2017 Porto Alegre RS), filho de Philomena Giuseppe Göller e Egon Göller, neto de Alfonsina Abarno Giuseppe e Rocco Di Giuseppe – Cemitério São Miguel e Almas de Porto Alegre RS – Foto: Lisete Göller


segunda-feira, 22 de julho de 2024

Família Abarno - Lápides - Nicola Abarno - Ramo Carmen Abarno Ribeiro e Ramo Lizena Abarno da Silva


NICOLA ABARNO E MARIA EUGÊNIA BELHOMET (3ª ESPOSA)

RAMO LIZENA ABARNO CASADA COM EUCLIDES RODRIGUES DA SILVA


Jazigo da Família Abarno, onde foi sepultada Lizena Abarno da Silva (*22/02/1901 Alegrete RS/+20/08/1931 Alegrete RS), filha de Nicola Abarno e Maria Eugênia Belhomet, casada com Euclides Robrigues da Silva (*25/08/1897 Alegrete RS/+01/10/1939 Alegrete RS). Inscrição na lápide que se encontra abaixo da lápide oval de Nicola Abarno: “Descansa em paz querida Lizena, que tão cedo deixaste o mundo. Eternas saudades de teu esposo, dos irmãos, cunhados e sobrinhos.” – Cemitério Municipal de Alegrete RS – Foto: Lisete Göller



sexta-feira, 19 de julho de 2024

Família Abarno - Álbum de Família - Nicola Abarno - Ramo Carmen Abarno Ribeiro e Ramo Lizena Abarno da Silva


NICOLA ABARNO E ESPOSA MARIA EUGÊNIA BELHOMET (3ª ESPOSA)


Carmen Belhomet Abarno (*17/04/1899 Alegrete RS/+07/01/1982 Bagé RS), filha de Nicola Abarno e Maria Eugênia Belhomet  – 1925 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller

Lizena Belhomet Abarno (*22/02/1901 Alegrete RS/+20/08/1931 Alegrete RS), filha de Nicola Abarno e Maria Eugênia Belhomet  – 1925 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller

Filhas de Nicola e Maria Eugênia: (esq./dir, sentadas) Lizena Abarno, Rosa Basile Abarno (4ª Esposa de Nicola Abarno) e Carmen Abarno – 1925 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller

Filhas de Nicola e Maria Eugênia: (esq./dir, sentadas) Lizena Abarno, Rosa Basile Abarno (4ª Esposa de Nicola Abarno) e Carmen Abarno; (à frente) Gil Ouriques Ribeiro; (atrás, em pé) Maria Angela Abarno e Aída Abarno, meias-irmãs de Carmen e Lizena  – c. 1930 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller

RAMO CARMEN ABARNO CASADA COM GIL OURIQUES RIBEIRO


José Nicolau Abarno Ribeiro (*05/08/1920 Alegrete RS/+09/09/1980 Bagé RS), filho de Carmen Abarno e Gil Ribeiro – 1925 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller

Newton Abarno Ribeiro (*12/01/1922 Alegrete RS/+29/07/2013 Rio de Janeiro RJ), filho de Carmen Abarno e Gil Ribeiro – Rio de Janeiro RJ – Acervo de Lisete Göller

Gentil Abarno Ribeiro (*18/09/1924 Alegrete RS/+04/08/2004 Bagé RS), filho de Carmen Abarno e Gil Ribeiro – 1925 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller


Lizena Abarno Ribeiro (*14/02/1930 Bagé RS/+08/08/2002 Porto Alegre RS), casada com Getúlio Martins Brasil, filha de Carmen Abarno e Gil Ribeiro – 13/12/1957 Bagé RS – Acervo de Lisete Göller


Aírton Abarno Ribeiro (*10/02/1934 Bagé RS/+18/12/2021 Porto Alegre RS) filho de Carmen Abarno e Gil Ribeiro – Porto Alegre RS – Acervo de Lisete Göller


RAMO LIZENA ABARNO CASADA COM EUCLIDES RODRIGUES DA SILVA

 

Lizena Abarno (*22/02/1901 Alegrete RS/+20/08/1931 Alegrete RS), filha de Nicola Abarno e Maria Eugênia Belhomet – 1918 Alegrete RS – Acervo de Milena Abarno


Detalhe da foto de Lizena Abarno – 1918 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller


Lizena Abarno – c. 1930 Alegrete RS – Acervo de Lisete Göller



domingo, 7 de julho de 2024

Família Abarno - Álbum de Família - Nicola Abarno - Ramo Victor Manoel Abarno


NICOLA ABARNO E ESPOSA MARIA DO CARMO MACHADO (2ª ESPOSA)

RAMO VICTOR MANOEL ABARNO CASADO COM DORALINA PIETRO


Doralina Pietro Abarno (*20/05/1891 Alegrete RS/+30/10/1964 Porto Alegre RS), filha de Rosalino Pietro e Rita Joaquina Barbosa, esposa de Victor Manoel Abarno (*15/04/1885 Alegrete RS/+19/04/1966 Porto Alegre RS) – 18/04/1942 – Porto Alegre RS - Foto: Arquivo Pessoal


Victor Pietro Abarno (*01/01/1909 Alegrete RS/+20/08/1989 Porto Alegre RS), filho de Victor Manoel Abarno e Doralina Pietro Abarno – Década de 1920 – Foto: Arquivo Pessoal


Victor Pietro Abarno, apelidado de Japonês, ao violão (esq.), integrando o Conjunto Regional Piratini; ao centro, a cantora Suzana Ribeiro – 1938 – Porto Alegre RS – Imagem: Revista do Globo, Edição 1961


Victor Pietro Abarno – Década de 1940 – Porto Alegre RS – Foto: Arquivo Pessoal


Victor Pietro Abarno com os sobrinhos Luis Alberto de Oliveira Farias e José Carlos de Oliveira Farias – 1950 – Porto Alegre RS – Foto: Arquivo Pessoal


No aniversário de Roque Göller, irmão da pesquisadora: (dir./p. esq.) Victor P. Abarno, ao seu lado a mãe Doralina e à frente (sentada) a esposa Octacília (Ceci), com o filho José Luiz ao colo – Porto Alegre RS – 22/12/1951 – Foto: Arquivo Pessoal


José Luiz Farias Abarno (*27/09/1950 Porto Alegre RS) – 1951 – Porto Alegre RS – Foto: Arquivo Pessoal


Victor Pietro Abarno e a esposa Octacília Farias Abarno (*22/11/1907 Porto Alegre RS/+21/01/1994 Porto Alegre RS) – Década de 1960 – Porto Alegre RS – Foto: Arquivo Pessoal 




domingo, 2 de junho de 2024

Família Kossmann - Militares

 

OS DESCENDENTES KOSSMANN NA II GUERRA MUNDIAL


Pedro Berwanger com o uniforme do Exército, apresentando no braço o símbolo da FEB, que identificava aqueles que lutaram na II Guerra Mundial na Itália, que teve o lema: “A cobra vai fumar!” - Foto: Acervo de Vitor Berwanger Macarthy

Pedro Berwanger foi ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira, atuando na Itália, durante a II Guerra Mundial. Nascido em 30/06/1921, na cidade de Porto Alegre RS, era o filho mais novo de Jacob Leopoldo Berwanger e Paolina Catharina Tschiedel. Era neto de Franz Tschiedel e Elisabetha Schmaedecke e bisneto dos imigrantes Ernst Schmaedecke e Christine Kossmann. Bancário, funcionário do Banco do Brasil, alistou-se voluntariamente ao Exército, para o serviço militar, entre os anos de 1942 a 1945, para participar no Teatro de Operações da Itália.

Pedro ocupava o posto de 1º Tenente, atuando no Departamento de Intendência, um local relacionado com a guarda de suprimentos, ou seja, reposição de materiais usados no combate, como armas, carros, alimentação, roupas, material médico ou de enfermagem. Segunda a filha Paulina, chegava a ir até as trincheiras fazer pagamentos aos soldados.

Finda a guerra, Pedro Berwanger decidiu se estabelecer na cidade do Rio de Janeiro, onde teve dois casamentos, tendo deixado três filhos. Faleceu na mesma cidade no ano de 2000.


Símbolo da Força Expedicionária Brasileira – FEB – Fonte: Internet







quinta-feira, 18 de abril de 2024

Memórias de uma Cidade - Cemitério Espanhol


Detalhe da fachada do antigo Cemitério Espanhol em Porto Alegre RS – Foto original de Tiago Esperoto - Memorial da Angelus

A imigração espanhola no Rio Grande do Sul ocorreu por volta de 1885, a partir do qual vieram cerca de 10 mil espanhóis, que se distribuíram pelas mais importantes cidades gaúchas. No caso de Porto alegre, estes imigrantes em sua maioria colaboraram principalmente como trabalhadores braçais, nos ramos da construção civil e de obras urbanas, mas não faltaram artesãos, comerciantes, industrialistas e profissionais técnicos especializados. Passados alguns anos, surgiu a Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos, que foi fundada em Porto Alegre em 01/08/1893, cuja sede foi inaugurada somente em 14/03/1929, esta localizada na Rua Andrade Neves, nº 23, no centro da Capital. Durante a guerra civil espanhola, houve uma cisão entre os seus membros, época em que passaram a existir duas sociedades: uma para os republicanos e outra para os franquistas. A unidade veio somente após 1994. 


O prédio da antiga Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos, no Centro de Porto Alegre – Foto: Lisete Göller


Detalhe do prédio da Sociedade Espanhola – Foto: Lisete Göller

Os imigrantes espanhóis perceberam a necessidade de construir um cemitério a partir de 1905, porém não conseguiram realizar a edificação de um panteão, onde seriam guardados os restos mortais dos sócios mais antigos, monumento característico dos cemitérios de sociedades, por falta de recursos financeiros.


Vista da entrada do extinto Cemitério Espanhol em Porto Alegre RS – Fonte: Goggle Street View


O extinto Cemitério Espanhol, situado na Av. Porto Alegre s/nº, no Bairro Medianeira, foi desativado em dezembro de 2000, tendo abrigado no total 492 túmulos. Além de imigrantes espanhóis, havia sepultados de diversas nacionalidades, assim como exilados espanhóis, republicanos e militantes do movimento operário internacional (FORGS, COB, CNT da Espanha e da AIT).


Vista interna do antigo Cemitério Espanhol – Fonte: Internet


À esquerda, uma vista de parte do Cemitério Espanhol, nas proximidades do Cemitério João XXIII (ao centro), inaugurado em 1972 – Fonte: Site do Cemitério João XXIII – Década de 1970

Posteriormente, a Sociedade Espanhola procedeu à negociação do cemitério com a empresa funerária Angelus, partindo da doação do mesmo sem ônus, em troca da perpetuidade de 20 túmulos e 30 nichos, cujo valor foi avaliado financeiramente na época do negócio, além da desoneração de todos os trâmites legais envolvidos. Os responsáveis e familiares pelos sepultados foram notificados, devendo estes providenciarem o traslado para outros cemitérios. Os sepultados não procurados seriam removidos para o ossuário do Cemitério da Santa Casa.


O prédio da Angelus – Memorial e Crematório Angelus – Foto: Lisete Göller


Reconstituição simbólica do antigo muro de alvenaria e gradis de ferro, atribuídos ao arquiteto Fernando Corona no estilo neocolonial espanhol, inserido no muro de entrada da Angelus – Foto: Lisete Göller

A Angelus construiu um novo cemitério, no terreno do Cemitério Espanhol, que se situa entre o terreno do Cemitério da Santa Casa e o Cemitério da Igreja Batista. A empresa oferece basicamente ao público serviços de crematório, nichos, columbários, capelas funerárias e salão nobre para cerimônias.


CONHECENDO O MEMORIAL


No Memorial criado pela Angelus encontramos um pouco da história do antigo Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


No Painel In Memoriam constam os sobrenomes das famílias dos sepultados no Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


Sobrenomes em destaque no Memorial - Foto: Lisete Göller 

A ARQUITETURA DO CEMITÉRIO


Painel tendo por tema a arquitetura do Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller

O arquiteto espanhol Fernando Corona, que projetou o prédio da Sociedade Espanhola no centro de Porto Alegre, elaborou um estudo para o cemitério, onde estava prevista a construção de um edifício linear com seis andares, de modo que os jazigos seriam organizados em torres verticais, o que ampliaria a capacidade de sepultamentos. Corona projetou também a construção de um panteão na parte frontal, que guardaria os restos mortais dos primeiros sócios. Tal projeto não vingou, pois as dificuldades financeiras para implantação do projeto não o permitiram. Restou o cemitério na sua concepção original, assim permanecendo até o fechamento.


Painel sobre a arquitetura: fotos originais contantes no painel de autoria de Tiago Sperotto, 2012, cedidas por Luciano Reichenbach Araújo e Tarcísio Juarez Fonseca de Araújo - Foto: Lisete Göller


Estudo arquitetônico não executado de autoria de Fernando Corona – Fonte: Acervo do Centro Espanhol - Foto: Lisete Göller


Jazigos originais do antigo Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


Levantamento do Cemitério Espanhol de 10/06/1949 com plano de implantação – Fonte: Acervo do Centro Espanhol - Foto: Lisete Göller


Detalhes internos do antigo Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


 Painel - Foto: Lisete Göller



Painel - Foto: Lisete Göller



Painel - Foto: Lisete Göller


Monumento funerário remanescente do casal Luciano Villodré Gomez e Conceição Villodré Serrano - Foto: Lisete Göller


Lápide com inscrições - Foto: Lisete Göller


A Linha do Tempo da Comunidade Espanhola e o Cemitério: desde a fundação da Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos em Porto Alegre, em 01/08/1893, seguida pela inauguração do Cementerio Español em 18/11/1906, até a inauguração do novo Cementerio Español em 2018 - Foto: Lisete Göller


Fotos aéreas de Porto Alegre e do Bairro Medianeira nos anos 1950 e 1960 - Foto: Lisete Göller


Plantas e mapas do Município de Porto Alegre - Foto: Lisete Göller


Bairros de Porto Alegre e o Guia Histórico de Sérgio da Costa Franco com o verbete Cemitérios - Foto: Lisete Göller


Reprodução de parte do Livro de Óbitos original, da Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos, aberto em 18/12/1906 - Foto: Lisete Göller


Listagens dos sepultados no Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


Histórico da Comunidade Espanhola e o Cemitério - Foto: Lisete Göller


Escrituras e documentos relativos ao Cemitério Espanhol - Foto: Lisete Göller


Detalhe da cobertura envidraçada do Memorial - Foto: Lisete Göller


Fachada do atual prédio do Centro Espanhol no Bairro Higienópolis em Porto Alegre - Foto: Lisete Göller

OS SEPULTADOS


A Angelus contratou empresas especializadas em museus e memoriais, para realizar um trabalho técnico e de recuperação da memória do antigo ‘Cementerio Español’. Foram contratadas a Tedesco & Bertaso, de São Paulo, através da arquiteta Stella e a Lahtu Sensu, da cidade de Santa Maria RS, através da Sra. Lucia Silber. O Memorial está aberto para visitação ao público 24 horas por dia. Pelo contato mantido com Lucia Silber, esta explicou que foi realizada uma pesquisa sobre as pessoas sepultadas no antigo Cemitério Espanhol, através de fontes distintas, cujos dados foram cruzados e, por fim, apresentados num dos expositores existentes no Memorial. As fontes da pesquisa foram as seguintes: 

1) Angelus – 11 listas de exumações realizadas no antigo cemitério;

2) Centro Espanhol - levantamento cadastral das pessoas enterradas até 1988, cujos registros manuscritos são oriundos dos arquivos da Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos, no tocante ao Cementerio Español – Relacción de Sepulturas – Orden Alfabético - Dezembro, 2012;

3) Centro Histórico-Cultural da Santa Casa - índice das pessoas que foram sepultadas no Cemitério Espanhol, desde a dia de sua inauguração até a data de 30/05/1949 (fls. 1 a 8) e, em outro levantamento, até a data de 10/10/1968 (fls. 9 a 12).

A listagem abaixo foi transcrita através dos dados constantes no arquivo do Centro Espanhol e no site O Syndicalista, totalizando 465 sepultados. O ano mais antigo de falecimento é o de 1906 e o mais atual tem a data de 24/12/2000.